Indústria opera 17,1% abaixo do pico de produção registrado em maio de 2011

A queda de 1,2% registrada pela indústria em novembro ante outubro aumentou a distância entre o patamar de produção atual e o ponto mais elevado já registrado na série histórica da Pesquisa Industrial Mensal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em novembro, o patamar de produção estava 17,1% menor que o auge alcançado em maio de 2011.

No mês de novembro, a fabricação de bens de capital estava 34,2% abaixo do pico de produção registrado em setembro de 2013, enquanto os bens de consumo duráveis operavam 25,5% aquém do ápice de produção, visto em junho de 2013.

Já os bens intermediários estavam 17,5% abaixo do pico registrado em maio de 2011, e os bens de consumo semi e não duráveis operavam 9,3% aquém do auge verificado em junho de 2013.


Ramos

A queda de 1,7% registrada pela indústria em novembro de 2019 ante novembro de 2018 foi decorrente de perdas na produção em 18 das 26 atividades pesquisadas, segundo o IBGE.


O mês de novembro deste ano teve a mesma quantidade de dias úteis que igual mês do ano anterior, ou seja, não houve influência do efeito calendário no mau desempenho industrial de novembro, lembrou André Macedo, gerente da Coordenação de Indústria do IBGE.


O índice de difusão da indústria - que mostra o porcentual de produtos com crescimento na produção em relação ao mesmo mês do ano anterior - passou de 48,0% em outubro para 45,3% em novembro.

As atividades que mais pressionaram negativamente a média global foram as indústrias extrativas (-8,9%) e metalurgia (-8,4%). Houve perdas relevantes também em veículos automotores, reboques e carrocerias (-2,3%), celulose, papel e produtos de papel (-5,5%), outros produtos químicos (-3,5%), produtos alimentícios (-1,2%), manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-12,0%) e perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-6,8%).


Por outro lado, as expansões mais relevantes foram de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (5,4%) e bebidas (6,7%), seguidas por impressão e reprodução de gravações (21,0%), produtos diversos (12,5%) e máquinas e equipamentos (2,0%).


Fonte: DGABC 10-01-2019

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