Metalúrgicos protestam na Paulista

Ato reuniu mais de 10 mil trabalhadores e sindicalistas

Cerca de dez mil dirigentes sindicais e trabalhadores de várias categorias, entre elas os metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes, participaram nesta sexta, 10 de agosto, do ato em frente à Fiesp, na Avenida Paulista, do “Dia do Basta – Em Defesa do Emprego, da Aposentadoria e dos Direitos Trabalhistas”.

O ato unitário foi promovido pelas Centrais Sindicais – Força Sindical, CUT, UGT, CTB, CGTB, Nova Central, CSP/ Conlutas, Intersindical – na porta da Fiesp e encerrado com uma passeata até a sede da Petrobras, também na Av. Paulista.

Miguel Torres, presidente interino da Força Sindical e presidente do Sindicato e da CNTM, explicou à população os motivos deste 10 de Agosto, Dia Nacional de Luta em Defesa dos Empregos, da Aposentadoria e dos Direitos da Classe Trabalhadora.

“Não dá pra aguentar o alto índice de desemprego, a falta de vergonha na política, a corrupção e tanta gente na rua da amargura. Este ato, em frente à Fiesp, símbolo do capitalismo e da reforma trabalhista, é muito significativo para demonstrar a indignação do movimento sindical e da classe trabalhadora perante a crise, o desemprego, o ataque aos direitos e a falta de perspectiva”,

afirmou Miguel Torres.

VOTAR CERTO

Para o líder sindical, a classe trabalhadora tem que tomar esta luta nas mãos. “É hora de trocaresse colégio político que votacontra os trabalhadores. Não dá mais para engolir sapo, porisso, em outubro temos que ganhar as eleições e eleger candidatos que defendem os nossos direitos no Congresso Nacional e um presidente da República que vai dar um novo rumo no País”, disse Miguel, acrescentando que “temos esperança e vamos dar o troco em outubro (nas eleições) e mostrar que o Brasil vai voltar a crescer e gerar empregos”.

Juruna, secretário-geral da Força, ressaltou a importância do ato na Avenida Paulista e das manifestações feitas em vários bairros de São Paulo e em outros Estados, além da unidade das centrais. “Precisamos ter consciência de que é necessário votar

em candidatos comprometidos com os trabalhadores”, disse.

Os discursos dos sindicalistas foram na mesma linha: contra o sistema capitalista, a corrupção, o desemprego, as privatizações, “para impedir os retrocessos”, e em defesa da Agenda Prioritária da Classe Trabalhadora, dos direitos e de Lula Livre.

O Dia do Basta foi um dia de conscientização, de resistência, de defesa da democracia, de convocação ao exercício do voto, de unidade da classe trabalhadora, de luta!

Fonte:  Força Sindical

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