Organização: Força realiza seu 8º Congresso Nacional

“Além das teses de interesse da Central que serão implementadas nos próximos quatro anos, naturalmente vamos discutir, com bastante intensidade, as propostas das reformas trabalhista e da Previdência Social, que, se aprovadas em seus textos originais, vão alterar radicalmente – para muito pior – a vida dos trabalhadores”, afirma Paulo Pereira da Silva, Paulinho, presidente da Força Sindical.

“Essas mudanças defendidas pelos adeptos das reformas foram muito debatidas nos congressos estaduais da Central realizados entre fevereiro e maio. Com os sindicalistas sabendo o que pode acontecer caso as reformas sejam aprovadas como estão, a tomada de decisões sobre o que queremos será muito facilitada”, declara Geraldino dos Santos Silva, secretário de Relações Sindicais da Força.

Entre os inúmeros temas, serão debatidas e deliberadas no Congresso a agenda programática da Central, a ação sindical para os próximos quatro anos e as políticas de incentivo ao crescimento da economia e ao desenvolvimento do País, com justiça social, distribuição de renda, igualdade de oportunidades, geração e manutenção de empregos, participação social e democracia.

Outros temas são: a necessidade de avançar nos temas da autorregulamentação sindical e da normatização definitiva do sistema de financiamento das entidades sindicais.

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