Rede particular tem nova paralisação hoje

Os professores de escolas particulares cruzam os braços novamente hoje. Balanço divulgado ontem pela categoria estimava a adesão de 72 escolas na capital. O sindicato programou a realização de panfletagens, aulas públicas e rodas de conversas.

No início da tarde, o Sinpro (Sindicato dos Professores de SP) terá uma assembleia em sua sede, na Vila Clementino (zona sul). Depois, os professores se concentrarão na estação Santa Cruz do metrô e seguirão em passeata até o vão-livre do Masp. Na semana passada, uma outra paralisação fechou 34 escolas e envolveu cerca de 3.400 educadores na capital.

A expectativa do sindicato é aumentar a participação nesta semana. Os professores e os donos de escolas não conseguiram entrar em acordo sobre a renovação da convenção coletiva da categoria. Na semana passada, o Sieeesp (Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo) recusou a proposta do TRT (Tribunal Regional do Trabalho), durante mediação, de assinatura dos pontos considerados pacíficos para as duas partes.

As escolas cobram alterações em cláusulas sociais, como a redução de uma semana no recesso entre dezembro e janeiro; a mudança seria necessária para cumprir os 200 dias letivos.

Ontem, o Sieeesp informou que mantém o posicionamento da semana passada, de manter as escolas abertas à negociação. O sindicato dos empresários defende que a revisão das cláusulas é necessária para viabilizar o trabalho. Eles propõem pagar a inflação e 3% de aumento real em 2018 e 2019.

Agora SP

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