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Trabalhadores da GM rejeitam proposta de PR apresentada pela empresa na mesa de negociação e decreta


Trabalhadores da General Motors, em São José dos Campos e São Caetano do Sul, aprovaram aviso de greve para a montadora, nesta segunda-feira (8). A medida, que antecede uma paralisação, é uma resposta à empresa, que ofereceu pagar uma Participação nos Lucros e Resultados (PLR) inferior este ano.


O valor proposto, de R$ 15.500, foi rejeitado em assembleia no primeiro turno. Os metalúrgicos reivindicam PLR maior que a de 2022, que chegou a R$ 17 mil na soma entre PLR e abono. Uma nova assembleia será realizada à tarde, com os trabalhadores do segundo turno.


A proposta da GM foi apresentada em uma reunião com o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região e de São Caetano do Sul, na sexta-feira (5). Este ano, mais uma vez, a luta dos trabalhadores das duas plantas é unificada. Uma nova reunião entre a fábrica e os sindicatos está prevista para esta terça.


Crescimento Na América do Sul, incluindo o Brasil, a GM registrou alta de 5,9% nas vendas do quarto trimestre de 2022 na comparação com o mesmo período do ano anterior. Além disso, a montadora projeta que seu lucro operacional deve dobrar até 2030, com variação global entre 275 bilhões e 315 bilhões de dólares.

“A GM segue lucrando e, mesmo assim, tenta baixar o valor da PLR. Os metalúrgicos estão mobilizados para conquistar, de forma unificada entre as duas bases, um benefício condizente com o último período e maior que o pago em 2022. O aviso de greve está dado. Esperamos que haja uma negociação melhor nesta terça. Caso contrário, é greve”, afirma o vice-presidente do Sindmetal SJC, Valmir Mariano.

A GM de São José dos Campos tem cerca de 4 mil trabalhadores e produz os modelos S10 e Trailblazer. A unidade de São Caetano do Sul tem aproximadamente 7.500 metalúrgicos e fabrica os modelos Spin, Tracker e Montana.

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